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domingo, 28 de junho de 2020

Tapada do Chaves Reserva Tinto 2013

Produzido por Tapada do Chaves em Portalegre, Alentejo - Portugal, com as castas Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet. Estagia por 12 meses em carvalho português e francês, e 24 meses em garrafa antes da comercialização.

Na taça é um vinho de cor rubi profundo, pouco fluido, lágrimas numerosas e lentas. Aromas inicialmente fechados de frutos negros, principalmente amora. Com o tempo de evoluçao na taça, surgem camadas de aromas a couro, especiarias doces, chocolate, caixa de charuto, tostado. Em boca tem maciez, taninos finos, muito boa acidez e é caloroso com os seus 15% de álcool, e um final com boa persistência. Muito equilibrado, com um conjunto em que nada se sobressai, mas que é superlativo em cada um dos seus componentes. Elegante. Um vinhaço. Evoluído, e com potencial de envelhecimento por muitos anos ainda. 
Portugal sempre surpreendendo positivamente em todas as faixas de preço, de forma geral.
Quem importa para o Brasil é a Adega Alentejana.
Comprado pelo representante para Florianópolis, em junho de 2020, custou R$ 231,00.
Saúde!!


domingo, 21 de junho de 2020

Borba Reserva Rótulo de Cortiça Tinto 2015

Produzido por Adega de Borba no Alentejo, Portugal, com as castas Castelão, Trincadeira, Aragonez e Alicante Bouschet.


Vinho de cor rubi médio, com halo aquoso (de prontidão), com pouca fluidez, lágrima numerosas e lentas. Aromas de frutos negros maduros, (cereja, ameixa), couro, especiarias doces (canela, cravo), tabaco. Em boca tem corpo médio, é macio, taninos finos, boa intensidade de sabores e um longo final. Álcool a 13,5%. Equilibrado e elegante. Vinho excelente.

Quem importa para o Brasil é a Adega Alentejana.

Comprei pelo representante da Importadora para SC em Maio 2020, custou R$ 138,00.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Um Português do Alentejo: Plansel Selecta Homenagem ao Thomas 2012


A casta Trincadeira (ou Tinta Amarela) gera vinhos tintos de cor carregada, exalando frutas pretas, flores (violeta) e especiarias, mais vegetais quando a maturação é deficiente. No palato são encorpados, ricos em taninos finos, com boa acidez, e complexos. São ligeiramente alcoólicos e com boas condições para envelhecer bem em garrafa. É uma casta difícil, especialmente vigorosa, necessitando de refreio permanente e cuidados extremos no controle da produção.




O vinho de hoje é produzido com 100% da casta em questão, em Montemor-o-Novo, Alentejo, Portugal, sob os cuidados da enóloga alemã Dorina Lindemann.




Plansel Selecta 2012: 
Um vinho de coloração rubi, límpido, lágrimas grossas e lentas.
Aroma de frutos vermelhos, ameixa madura, cassis, especiarias e tabaco. Evolui bem na taça, algo raro para um vinho mais simples.
Em boca confirma os aromas, bem presente o cassis, com corpo médio, taninos firmes, boa acidez. De média persistência. Um vinho moderno, fácil de beber e prazeroso.
Potente e elegante.
Muito bom, aliás, como é comum com os portugueses, eleitos pelas revistas e críticos internacionais como tendo alguns dos vinhos de melhor custo-benefício do mundo.
Estagia por 8 meses em barricas de carvalho francês.
Álcool a 15%
Importado para o Brasil pela Decanter, custa 92,95 reais no site da importadora.
Nota: 90 pontos
Vale a pena? Eu achei que sim, prove Portugal e o Alentejo!


Um Brinde.